O chute na bunda que o Brasil está precisando, segundo o secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, foi atribuído deselegantemente e indevidamente. Quem mereceria um chute não é a nação, e sim o jeitinho brasileiro, que vem vestido de terno e gravata, deixa tudo para ultima hora, já prevendo um super faturamento e desvio de verba, promovendo atrasos.
O deputado federal, Romário, ex-jogador de futebol, já anunciou que a Copa será o maior roubo da história do Brasil. As doze cidades-sedes estão com obras atrasadas. Muitas decisões dependendo de aprovações legais – como a Lei Geral da Copa. Um dos exemplos é a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, proibida no Brasil, mas prevista na Lei Geral da Copa. Por hora, em Curitiba, o vereador Tico Kusma defende a não comercialização, pois é uma medida preventiva da nação. Outros defendem que a Copa deve ser tratada como evento à parte, portanto, tendo a permissão para bebidas, a exclusão de meia-entrada para estudantes.
Provavelmente, na briga entre os patrocinadores e as leis federais, o capital externo vai ganhar. Por mais que o Brasil venha com uma política de restrição de bebidas e liberação de meia-entrada, ao se fechar aos patrocinadores, o chute na bunda será dolorido.
Resta ao Brasil superfaturar licitações e obras, chamar as Forças Armadas para conter as torcidas alcoolizadas no trânsito caótico, com falta de táxis. E claro, pintar o rosto de verde e amarelo.
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